Perguntas e respostas
Tudo o que as famílias perguntam antes de confiar em nós.
Se a sua pergunta não está aqui, envie para nós — em qualquer um dos nossos seis idiomas. De qualquer forma, você terá uma resposta direta.
Segurança e a guerra
É realmente seguro viajar para a Ucrânia agora?
Trabalhamos apenas nas regiões do oeste, a centenas de quilômetros da linha de frente, onde a vida cotidiana segue. Ainda é um país em guerra, e planejamos como tal: protocolo por escrito, seguro contra riscos de guerra, motoristas instruídos, mensagens diárias à sua família. O protocolo inteiro está publicado na página de Segurança — leia antes de decidir qualquer coisa.
O que acontece se houver um alerta aéreo enquanto estou lá?
A rota de cada dia é planejada com abrigos conhecidos, o seu celular leva o aplicativo oficial de alertas, e a decisão de pausar um dia é nossa — tomada cedo, sem drama. A maioria dos alertas no oeste passa sem incidentes; seguimos o protocolo todas as vezes mesmo assim.
E se a fronteira fechar ou a situação piorar antes da minha viagem?
Isso fica combinado por escrito antes de você pagar: as datas mudam, ou volta o dinheiro de tudo o que ainda não foi reservado — você escolhe. Se uma viagem precisar ser encurtada no meio, o roteiro recua para o oeste ou termina mais cedo.
Nasci no exterior, mas meus pais me registraram como cidadão ucraniano. Isso importa?
Pode importar muito. Sob a lei marcial, homens cidadãos ucranianos de 18 a 60 anos em geral não podem sair do país — mesmo quem viveu a vida toda no Brasil ou no Canadá, se algum dia teve a cidadania. Verificamos isso por escrito com cada viajante antes de qualquer reserva.
Encontrando a aldeia e os registros
Tudo o que tenho é um sobrenome e “perto de Lemberg”. Isso basta para começar?
Muitas vezes, sim. A distribuição de sobrenomes, as estruturas paroquiais e os registros de emigração estreitam a busca mais do que as famílias esperam. Na resposta ao seu pedido dizemos com honestidade se é suficiente — e, se não for, qual único documento do seu sótão mudaria isso.
O nome da aldeia está escrito diferente em cada documento. Qual é o certo?
Provavelmente nenhum. Os nomes foram escritos de ouvido, nas grafias de três impérios. Cruzar essas distorções com dicionários geográficos históricos é a primeira coisa que fazemos, e o localizador de aldeias gratuito deste site faz a primeira etapa.
Minha família era greco-católica / ortodoxa / judaica / polonesa. Vocês ainda podem ajudar?
Sim. Os registros da Galícia são organizados por paróquia e confissão — comunidades greco-católicas, católicas romanas, ortodoxas e judaicas mantinham cada uma os seus livros, e sabemos quais arquivos guardam o quê. Famílias mistas são a norma, não um obstáculo.
Quais são as chances de encontrarem parentes vivos?
Com honestidade: varia demais para citar um número. Onde uma linha da família permaneceu no distrito, muitas vezes os encontramos; onde aldeias inteiras foram reassentadas ou esvaziadas, talvez não. O que nunca fazemos é prometer parentes para fechar uma venda — você recebe a nossa avaliação real já na primeira resposta escrita.
E se os registros simplesmente não existirem mais?
Então dizemos isso — de preferência já na primeira resposta, antes de você pagar qualquer coisa. Mais ou menos um caso em dez termina aí. E a verificação dos registros, de US$ 140, existe justamente para que ninguém pague um dia no arquivo para descobrir que os livros queimaram.
Dinheiro
O que diferencia vocês dos outros que fazem isso?
Quatro coisas, e você pode verificar todas. Primeira: os nossos preços são publicados, até o custo de um dia na aldeia ou no arquivo — a maior parte deste ramo os esconde atrás de um “entre em contato”. Segunda: antes de pagar, você sabe o que acontece se nada for encontrado — num dia na sua aldeia, metade do valor volta. Terceira: o nosso protocolo de segurança é publicado na íntegra, inclusive as regiões onde nos recusamos a entrar. Quarta: recusamos casos que julgamos sem esperança, já na avaliação gratuita, e não cobramos nada por dizer isso. Também trabalhamos em seis idiomas — português e espanhol incluídos, o que importa se a sua família foi para o Brasil ou a Argentina, e não para o Canadá.
Por que a maior parte do trabalho é cobrada por dia?
Porque é assim que ele de fato é feito. Um dia na sala de leitura e um dia na aldeia custam a mesma estrada e o mesmo dia de trabalho, tenha o livro três registros ou trinta — por isso um preço fixo pelo dia é o honesto. Uma pesquisa maior são vários desses dias, e o preço dela é fixado por escrito depois de uma verificação dos registros de US$ 140, quando já se sabe quais livros existem. As taxas de cópia dos arquivos não são nossas; se um arquivo cobrar algo, você fica sabendo o valor antes de pagar qualquer coisa.
Mais ou menos quanto devo esperar que custe uma viagem?
Não publicamos um valor único, porque ele estaria errado para a maioria das famílias: depende de quantos de vocês viajam, por quantos dias, da distância entre as aldeias e dos hotéis que escolherem. O preço é fixado por escrito depois que a pesquisa está feita e os dias estão planejados, com cada parte orçada às claras. A maioria das famílias começa com algo bem menor — uma verificação dos registros ou um dia na aldeia —, que é também como a própria viagem é preparada.
Quando eu pago?
Depois de combinar por escrito o que será feito. Cada trabalho é pago integralmente na contratação e começa assim que o pagamento chega — um dia na aldeia ou no arquivo precisa ser agendado, e os processos pedidos, com antecedência. O que protege você fica dito antes de pagar: num dia na sua aldeia, se nada da sua família for encontrado, metade do valor volta.
Para quem estou pagando, afinal? Isso é um negócio de verdade?
Antes de qualquer dinheiro mudar de mãos, você recebe um e-mail dizendo exatamente o que será feito, e a fatura com os dados para pagamento e o escopo do trabalho. O pagamento é uma transferência bancária internacional em dólares americanos. Não aceitamos cheques nem ordens de pagamento. Tudo sobre o fundador pode ser verificado em registros públicos — a página Quem somos diz onde.
A viagem em si
Tenho 74 anos e joelhos ruins. Ainda consigo fazer isso?
Muito possivelmente — o roteiro se adapta a você, não o contrário. Dias mais curtos, menos deslocamentos, um carro que chega até o portão do cemitério. Onde uma viagem seria genuinamente imprudente, dizemos isso e filmamos a aldeia para você.
Não falo uma palavra de ucraniano. Não vou me sentir um estranho?
Na primeira hora, talvez. Depois uma senhora idosa toma as suas mãos e começa a nomear os irmãos do seu avô, e o tradutor mal consegue acompanhar. O idioma nunca foi, nem uma vez, a barreira que as famílias temiam.
Meus filhos e netos podem vir?
Por favor, traga-os. O dia da aldeia tem outro peso quando três gerações estão de pé diante do mesmo portão, e planejamos os dias para que todos consigam acompanhá-los.
Com quanta antecedência preciso reservar?
As viagens acontecem nos meses mais quentes e o planejamento leva de quatro a seis meses: primeiro a pesquisa, depois as datas, depois a logística. Para uma viagem de verão europeu, escreva para nós no outono ou inverno anterior.
Cinco buscas diferentes
Qual destas é a história da sua família?
Onde estão os registros depende do que aconteceu com a família, e não de onde a aldeia fica hoje. Cada uma destas páginas diz por quais arquivos passa o seu caso e que parte dele não custa nada.
Qual arquivo guarda a sua aldeia
Lviv, Ternopil, Ivano-Frankivsk, Varsóvia: depende do ano, do rito e da eparquia — não da região de hoje.
Uma família lemko
A aldeia fica na Polônia, e os livros antigos também. A família que ficou foi levada para a Ucrânia em 1944–46 — para as regiões onde trabalhamos.
Uma família polonesa dos Kresy
Lwów, Tarnopol, Stanisławów, Wołyń: o que está em Varsóvia, o que ficou aqui e o que resta da aldeia.
Uma família judia da Galícia, da Volínia ou da Podólia
Dois impérios e dois sistemas de registro. Quais livros estão em Varsóvia, quais sobrevivem na Ucrânia e o que fazer onde os registros da comunidade se perderam.
Levados para trabalhos forçados, 1941–45
Ninguém emigrou — alguém foi levado para a Alemanha. Três arquivos em três países anotaram isso.
Comece com um pedido. Não custa nada.
Você nos escreve o sobrenome da família e o que souber. Respondemos com honestidade: o que pode ser encontrado, o que não pode e quanto custaria no seu caso. Sem pagamento, sem compromisso.