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Gratuito · Sem cadastro

O arquivo vai responder. Mas não a um e-mail em português.

Os arquivos estatais ucranianos aceitam pedidos por escrito de qualquer pessoa, de qualquer país. O que trava as famílias não é o arquivo — é não saber qual deles guarda os livros e não conseguir redigir o pedido na forma que uma repartição ucraniana espera. Preencha o que sabe. Você recebe a carta, em ucraniano, pronta para enviar.

Os arquivos respondem em ucraniano, muitas vezes como imagem de uma carta datilografada, às vezes com uma cobrança junto. Nós lemos essas cartas, e quando a carta não resolve vamos à sala de leitura em pessoa. Diga-nos a aldeia e o sobrenome e diremos com clareza o que sobreviveu e quanto custaria descobrir. A primeira avaliação é gratuita.

Por que a carta pesa mais do que o endereço

Um arquivo estatal ucraniano responde a pedidos por escrito do público, inclusive do exterior, e o faz segundo um procedimento: o pedido precisa identificar uma pessoa, um lugar e um período com clareza suficiente para o arquivista saber que volumes tirar da estante. Um pedido do tipo «tudo o que tiverem sobre a família Melnyk» não tem como ser trabalhado, e volta indeferido em vez de pesquisado.

A língua é a segunda barreira. O expediente é em ucraniano; a correspondência em inglês costuma ser posta de lado em vez de traduzida, e a tradução automática de um pedido genealógico perde exatamente os termos — paróquia, livro paroquial, fundo — que dizem ao arquivista o que se está pedindo. Uma carta no registro certo é a diferença entre uma busca e um dar de ombros.

A terceira é quem guarda o quê. Os livros paroquiais da Galícia estão repartidos entre o arquivo histórico de Lviv, os arquivos provinciais e o AGAD em Varsóvia, que tem muitos livros greco-católicos que nunca voltaram para leste. Os da Transcarpácia estão em Berehove e em parte na Hungria; os da Bucovina em Chernivtsi e em parte na Romênia. Escrever ao arquivo errado custa um mês.

E parte já está on-line e é gratuita. Os arquivos históricos de Lviv e de Kyiv publicam instrumentos de busca digitalizados e imagens; o acervo polonês é pesquisável pelo szukajwarchiwach. Conferir ali primeiro pode resolver a questão numa noite em vez de numa temporada — por isso a resposta abaixo diz primeiro onde olhar, e só depois para onde escrever.

Se a resposta vier em ucraniano, mande para nós.

Os arquivos respondem em ucraniano, muitas vezes como imagem de uma carta datilografada, às vezes com uma cobrança junto. Nós lemos essas cartas, e quando a carta não resolve vamos à sala de leitura em pessoa. Diga-nos a aldeia e o sobrenome e diremos com clareza o que sobreviveu e quanto custaria descobrir. A primeira avaliação é gratuita.